Conhecer, Viver e Investir em Aguiar da Beira

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A Biblioteca Municipal de Aguiar da Beira dispõe do biblio.NET, uma plataforma digital que oferece acesso remoto ao catálogo. Com esta ferramenta, pode consultar o acervo da biblioteca de forma prática e rápida, a qualquer hora e em qualquer lugar.

Entre as funcionalidades disponíveis, destacam-se:

  • Pesquisa de livros e documentos;
  • Consulta da disponibilidade em tempo real;
  • Renovação de empréstimos;
  • Realização de reservas online;
  • Acesso a conteúdos digitais (como PDFs, imagens e vídeos).

A plataforma foi pensada para proporcionar uma experiência de uso simples e intuitiva, garantindo maior comodidade aos  utilizadores.

Explore o  catálogo online e aproveite ao máximo os serviços da sua biblioteca.

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Carreiras Públicas

Todo o Concelho de Aguiar da Beira conta com uma rede de transportes públicos, resultado de uma estratégia desenvolvida pela autarquia em parceria com a Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões, responsável pela concessão dos serviços de transporte da carreira pública.

Atualmente, os circuitos e horários das carreiras públicas seguem as normas definidas para os transportes escolares concelhios, exceto durante os períodos de pausa letiva.

Além disso, o município, em articulação com a Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões, elaborou um Plano Intermunicipal de Transportes. Este plano tem como objetivo estruturar as redes de transporte na região, oferecer alternativas às soluções tradicionais e definir critérios claros para a seleção de operadores, no âmbito das novas competências atribuídas ao município e à comunidade intermunicipal.

Para mais informações sobre horários e percursos, instale a aplicação MobiViseuDãoLafões.

Linha 200 - PENA VERDE - AGUIAR DA BEIRA VIA DORNELAS

Linha 201 - PENA VERDE - AGUIAR DA BEIRA VIA DORNELAS E EIRADO

Linha 202 - PENA VERDE - AGUIAR DA BEIRA VIA EIRADO

Linha 910 - PEROFERREIRO - AGUIAR DA BEIRA

 

 

Pelourinho de Carapito

De acordo com as inquirições de D. Afonso III de 1258 a paróquia de Santa Maria de Carapito já existia. A freguesia é referida como pertencendo a cavaleiros fidalgos (villa de Carapito est de militibus), sendo servida por juízes régios, fazendo referência ao "concelho", sendo de supor que nessa época Carapito já usufruía de privilégios semelhantes aos de um município, ainda que não tivesse foral. O foral novo que cria o Concelho de Carapito foi outorgado por D. Manuel em 1514. O concelho foi extinto em 1836 e integrado no Concelho de Aguiar da Beira.
É a importância deste passado que o Pelourinho de Carapito representa nos dias de hoje.
O soco é de quatro degraus octogonais, com rebordos boleados. A coluna é de secção octogonal, com base quadrada e chanfrada nos ângulos e rematado por um capitel anelar. A gaiola de remate superior, de grandes dimensões, é formada por dois troncos piramidais de base oitavada truncados sendo o de baixo invertido e o de cima sustentado por colunelos. Um dos colunelos já não existe e outros dois estão mutilados. O chapéu da gaiola é rematado por um pináculo encimado por pequena esfera, da qual sai uma bandeirola de ferro forjado.
Na região existem outros pelourinhos idênticos, destacando-se o de Aguiar da Beira, no mesmo concelho; os de Algodres, Almendra, Aveloso, Castelo Mendo, Castelo Rodrigo, Moreira de Rei, Muxagata, Trancoso, Marialva, Alverca da Beira, Aveloso e Cedovim.
Em 2013 o município efetuou uma intervenção de valorização da Praça do Pelourinho de Carapito, que qualificou todo aquele espaço sobretudo a sua repavimentação.

Dólmen I - Carapito

O Dólmen I

DÓLMEN DE CARAPITO I, TAMBÉM CONHECIDO COMO “CASA DA MOURA”

O Dólmen de Carapito I, também conhecido como “Casa da Moura” foi classificado como Monumento Nacional pelo Decreto n.º 735/74, Diário do Governo, I Série, n.º 297, de 21 de dezembro de 1974.

O Dólmen de Carapito I é um dos mais emblemáticos e imponentes monumentos megalíticos do país. Este monumento foi alvo de trabalhos arqueológicos em 1966 por Vera Leisner e Leonel Ribeiro, cujos importantes resultados o catapultaram para uma projeção internacional que ainda hoje poucos dólmens portugueses possuem.

Localmente conhecido como “Casa da Moura”, este monumento é um perfeito exemplo de como as comunidades locais se encontram perfeitamente harmonizadas com o património arqueológico e histórico e de como este fascina e alimenta a imaginação popular. 

Nesta altura está a desenvolver-se um projeto para o restauro e qualificação deste monumento. O projeto de restauro deste dólmen irá permitir às pessoas terem uma imagem próxima de como seria este monumento há seis mil anos. Para tal, não só irá ser reconstituída a mamoa, como também serão recolocados os esteios partidos e colocada a tampa que primitivamente cobria o monumento. A concretização deste projeto pretende ser uma experiência de envolvimento da população e resultar num exemplar pedagógico da grandeza monumental do megalitismo na região.

 

Projeto de Intervenção

Pelourinho de Pena Verde

O Pelourinho de Pena Verde foi classificado como Imóvel de Interesse Público pelo Decreto-Lei, n.º 23:122, Decreto do Governo, I série, n.º 231, de 11 outubro 1933.
D. Sancho II concedeu a Pena Verde carta de foral em 1240, confirmada em 1278 por D. Dinis, e de novo por D. Manuel em 1514. Pena Verde foi concelho até 1836, quando passou a integrar o Concelho de Trancoso. Em 1840 passou a integrar o Concelho de Aguiar da Beira.
É esta importante história da freguesia que o Pelourinho de Pena Verde representa nos dias de hoje.
É um monumento muito singelo, que geralmente se aceita ter sido erguido no século XV, o que faz dele o mais antigo dos três pelourinhos do Concelho de Aguiar da Beira  .
O pelourinho é constituído por um soco de dois degraus de pedra irregular. A coluna possui uma base quadrangular chanfrada nos ângulos, com ligeiro galbamento na zona superior de base e capitel em forma de pirâmide truncada invertida; o fuste é de secção oitavada.
Na grande intervenção de valorização que o município realizou em 2007 o pelourinho foi consolidado e limpo, mas foi a qualificação dos espaços urbanos adjacentes que veio conferir uma especial dignidade ao pinoco, como o pelourinho é chamado pela população.

Ponte Portucalense

A Ponte Portucalense sobre o Rio Coja foi classificada como Imóvel de Interesse Público pelo Decreto do Governo n.º 1/86, Diário da República, I Série, n.º 2,  de 03 de janeiro de 1986.
Também conhecida como Ponte do Candal trata-se de um imóvel edificado com especial cuidado e técnica. De cantaria de granito de aparelho regular é constituída por dois arcos de volta perfeita com talhamar no pegão central. O tabuleiro tem três planos, sendo o central plano e os dois laterais, de acesso, ligeiramente rampeados.
Apesar do seu aspeto e caraterísticas medievais, a consideração de que a mesma integrava um dos ramais da via romana que ia de Viseu a Mérida contribuiu para que se lhe atribua cronologia a esse período histórico, considerando-se que terá sido reutilizada após a reconquista, já em plena época medieval, integrada num caminho rural de uma área florestal. No SIPA – Sistema de Informação para o Património Arquitetónico da Direção Geral do Património Cultura, registo IPA.00001368 - esta datação é fixada, ainda que hipoteticamente, entre os séc. IV a.C. e o séc. IV, ou seja, em plena época romana.

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